Futebol virou esporte de senhoras de respeito, que gostam de tricotar e jogar biriba na quinta feira.
Não pode xingar, fazer sinal com o dedo nem cospir na cara. Sacola de xixi na torcida adversária então? ABSURDO!
Bons tempos quando podíamos tacar um radinho de pilha ou o par de havaianas velha na cara do juiz ladrão sem que nosso time perdesse mando de campo. Salve Gerson, Casagrande, Romário, Serginho Chulapa, Djalminha, Neto. Salve Renato Gaúcho!
sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Nossa história é assim
Esperei esfriar a cabeça por 48 horas, poderia aqui transcorrer diversas linhas sobre os gols perdidos no começo do jogo contra o Cruzeiro, a falta de potencial de reação ou de qualidade de alguns atletas, etc. Poderia dizer que o ataque foi mal escalado, que a defesa estava mal posicionada, etc.
Mas isso seria se eu estivesse falando de um time qualquer, menos do Grêmio. Estou falando do time da Guerra em La Plata, da Batalha dos Aflitos, da Libertadores ganha na altitude, do Mundial decidido na prorrogação.
O resultado de quarta é exatamente daqueles que o Grêmio gosta de trazer para casa. Jogar sabendo exatamente do que precisa, não é por acaso que temos a fama de copeiro, temos essa fama exatamente por sabermos que um mata-mata tem 180 minutos, e recém transcorreram-se 90, temos essa fama por saber que aquela falta perfeita de Souza não só nos deixou vivo, mas criou uma quase certeza da classificação que quem sabe não teríamos se o jogo terminasse em zero à zero.
Não me pergunto se é possível fazer 2x0 nos Mineiros, me pergunto como seria possível não fazer. A história de racismo criada no vestiário mineiro somente serviu para injetar o ânimo que faltava na equipe. Sinceramente, tenho uma até uma ponta de pena dos cruzeirenses que entrarem em campo no Monumental dia 2/7, verão 11 guerreiros determinados na frente deles e 50 mil pessoas em volta como que formando um círculo e onde eles não poderão escapar ou se esconder.
O inesquecível relato de Armindo Antônio Ranzolin no gol de César contra o Peñarol, tricampeão do mundo, na Libertadores de 1983, ainda ecoa pela minha memória:
"- Eu disse que acreditassem! Eu pedi que acreditassem! Eu nunca deixei de acreditar que o Grêmio ia ser campeão da América, hoje, esta noite, em Porto Alegre!"
Por isso, pela camiseta, pela raça, pela torcida; EU ACREDITO, e você?
"- Eu disse que acreditassem! Eu pedi que acreditassem! Eu nunca deixei de acreditar que o Grêmio ia ser campeão da América, hoje, esta noite, em Porto Alegre!"
Por isso, pela camiseta, pela raça, pela torcida; EU ACREDITO, e você?
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Eternamente Capitão

Olhar a figura deste homem que agora ocupará a casamata dos visitantes no Monumental remete a maioria de nós Gremistas ao ano de 1995, de um time que jamais se formará igual – podem surgir parecidos, até melhores – mas igual jamais. Faz lembrar os gols de Jardel, as defesas de Danrlei, as sarrafadas de Dinho, a técnica refinada de Carlos Miguel e uma parede formada por Catalino Rivarola e ele, Adílson Batista, ou para nós,o Capitão América, um capitão daqueles forjados antes da era "papel picado".
Pois é este homem, que conhece cada cisão do cimento do Olímpico, que sabe como ninguém quanto pesa cada taça que repousa em nossa sala de troféus pois já levantou a maioria delas, que tem agora a missão de adiar nosso sonho do Tri:
“- O Grêmio faz parte da minha vida.”
Quando se ouviu um treinador falar isso de seu adversário direto por uma vaga em uma final de Libertadores? Isso só poderia partir de um de nós, de um GREMISTA, e Adílson é um de nós, é um Gremista, a única diferença dele para 1995 é o tom de azul que veste agora.
Por isso, nos próximos dias 24/06 e 1º/07 por 90 minutos Adílson não será o Gremista Adílson, será o comandante do adversário a ser batido, mas só por 90 minutos.
Pois é este homem, que conhece cada cisão do cimento do Olímpico, que sabe como ninguém quanto pesa cada taça que repousa em nossa sala de troféus pois já levantou a maioria delas, que tem agora a missão de adiar nosso sonho do Tri:
“- O Grêmio faz parte da minha vida.”
Quando se ouviu um treinador falar isso de seu adversário direto por uma vaga em uma final de Libertadores? Isso só poderia partir de um de nós, de um GREMISTA, e Adílson é um de nós, é um Gremista, a única diferença dele para 1995 é o tom de azul que veste agora.
Por isso, nos próximos dias 24/06 e 1º/07 por 90 minutos Adílson não será o Gremista Adílson, será o comandante do adversário a ser batido, mas só por 90 minutos.
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